sexta-feira, 27 de maio de 2016

Mocoto

No inverno o mocotó é famoso por aqui. Foi a primeira comida que aprendi a fazer. Uma vez, eu e meu pai ficamos solitos em casa, não tinha nada pronto para comer. O que ele inventou? Um mocotó. Começamos cedo da manhã a ferver tudo. Dois inexperientes na cozinha. Aqui demorou uma eternidade para cozinhar, só ficou pronto no início da noite. Quando o resto da família chegou, se assustou com nosso cardápio. Este prato usa a pata de vaca e o mondongo. O mondongo tem que ser tudo bem picadinho, mas nós fizemos uns baitas pedaços e não tiramos os ossos da pata da panela. Cada servida era uma barulheira dos ossos caindo no prato. Foi uma folia. Mas hoje em dia, fazemos diferente. Não uso mais a pata de vaca. Tornou-se difícil conseguir. Aqui vai a receita mais simples.


Ingredientes

1 kg de mondongo (aqui chamamos de bucho também)

500 gramas de feijão branco;

1 kg de linguiça defumada;

Cebola, alho, sal, pimenta.

Primeiro cozinho mondongo na panela de pressão até ficar macio. Corte em tirinhas finas; Reserve. Logo após cozinhe o feijão branco em panela de pressão, reserve. Numa panela grande, frite a linguiça depois coloque o resto dos temperos. Junte o feijão e mondongo. Deixe ferver e sirva com ovo cozido picado e tempero verde.




Isso me fez lembrar um fato. Fomos visitar meu irmão que mora em Santa Catarina. Ele saudoso de nossa terra, me pediu para fazer um mocotó. Fui ao mercado, faceira, comprar o mondongo. Corri a cidade inteira atrás de maldito bucho. Ninguém tinha! Voltei muito contrariada. Bah! Essa cidade não tem bucho! Foi só riso e gozação em cima de mim. Lá o nome do bendito bucho era outro. Chamavam de "fato". Essa regionalidade nos faz passar trabalho...








Até a próxima se Deus quiser...


 Anajá Schmitz


segunda-feira, 23 de maio de 2016

O bom do inverno

Buenas!!! Espero que todos estejam bem e felizes nesta bela segunda-feira. Em muitos lugares deve estar um dia lindo de sol e muito quente. Porém aqui o vento minuano está cortando até o aço. Temos um frio rigoroso, mas este vento pra quem tem que enfrentar a rua, ele judia. Eu amo o frio! É minha estação preferida, tirando o vento. Para dormir é melhor época e comer? Nem se fala. As melhores comidas do sul são muito calórica própria para o inverno. Chega a noite vamos para o galpão fazer fogo para esquentar a vida. Como não somos cantantes, colocamos um som mecânico a rodar. Cada chamamé que tocava, caiamos no baile.  Ainda bem que os vizinhos moram longe.

As fotos tão terríveis! O galpão é escuro e meu telefone não é dos melhores, não ficou nítido.
Neste vídeo mostra o ritmo, chamamé. 






Nosso jantar foi simples, arroz branco com bife. Fiz como dizia minha mãe, do jeito relaxado, tudo junto na panela.
Arroz : 01 xícara de arroz, 02 de água fria, sal e azeite. Coloque tudo numa panela e leve ao fogo. 
Bife encebolado: 03 bifes médios temperado com sal, alho e limão; 01 cebola cortada em rodelas. 03 colheres de óleo; Coloque todos os ingredientes numa panela e leve ao fogo ate fritar.  Vai pingando água até formar um molho dourado. Antes de servir coloquei fatias de queijo por cima dos bifes e orégano.



Até a próxima se Deus quiser...


 Anajá Schmitz




terça-feira, 17 de maio de 2016

Da minha Janela



Da minha janela,
recebo os raios do sol que brilham e
anunciam jubilosamente o nascer de um novo dia,
que tende a renovar as minhas expectativas na esperança. Autor







Até a próxima se Deus quiser...


 Anajá Schmitz

terça-feira, 10 de maio de 2016

Solidão


Qualquer dia desses vou sentar a sombra
De um tarumã copado que eu mesmo plantei
Repensar a vida, cuidar meus ressábios
E fazer com gosto as coisas que eu sei... ( Musica de Marenco)
 
Assim é Solidão um lugar para se repensar a vida. Alfredo passa horas solitário em suas pescarias. Enquanto observo as belezas selvagem. Conversas? Não precisa, contemplamos juntos a harmonia do campo e mar. 








Aqui na praia temos que nos virar com o que temos. Fizemos essa babata assada, temperado com sal, orégano e azeite. Para acompanhar o peixe pescado por Alfredo.


Outro fato que ocorreu que vale compartilhar em nossa estada na Solidão. Queríamos comer uma coisa diferente de tarde. Vou fazer um bolo. Coloquei: 02 xícaras de farinha de trigo; 1/2 de açúcar; 01 ovo; 1/3 de xícara de óleo; Misturei tudo para colocar por fim o fermento químico. Cade o fermento químico? Não tinha. Esqueci de levar. Que decepção. Alguém me falou certa vez que podia usar refrigerante no lugar do fermento. Coloquei  guaraná até dar o ponto. Coloquei numa forma untada para assar. E ficou muito bom. Coloquei por cima granola.






Até a próxima se Deus quiser...


 Anajá Schmitz


quinta-feira, 5 de maio de 2016

Sala do Galpão


Depois da árdua tarefa da construção feita por Alfredo e da pintura, veio a melhor parte para mim, decorar. Sai pela casa catando coisas e também juntando moveis velhos da  família para deixar essa sala aconchegante. Esse sofá trouxe da casa de minha sogra. Namorava ele a muito tempo. Comprei tecido para forrar. Agora só falta levar o sofá para forrar e fazer as cortinas de crochês. 


















Até a próxima se Deus quiser...


 Anajá Schmitz