terça-feira, 28 de julho de 2015

Charque amigo


Lá em Solidão, quando criança, eu era muito nojenta pra comer. Charque ( carne seca) era uma coisa que eu nem chegava perto. A gente quando mora no campo tem um sonho de morar na cidade pra ser chique, agente se acha muito grosso sem modos finos da cidade. Uma vez uma amiga de minha mãe me convidou para passar o fim de semana na cidade. Lá me fui cheia de expectativa. A noite fomos jantar num restaurante. Imaginei a comida vai ser uma loucura. Eu nem imaginava os prato chiques que iriam servir. O ambiente era lindo, muito diferente da nossa realidade do campo. Fizeram o  pedido, fiquei só esperando as deliciosas comidas. O que trouxeram para nosso banquete? Charque. Odeio charque! Essa comida agente come em casa, Que decepção! Veio, carreteiro de charque, aipim frito e feijão mexido. Bah! E eu que não comia isso nem em casa. Tive que comer e achar bom. Quando cheguei em casa e contei para eu pai. O fofoqueiro contou pra todo mundo. Era uma gozação só. Me perguntando quando eu ia para a cidade novamente degustar comidas chiques. 
Mas imagens apresento nosso cardápio gaúcho, essa é a comida campeira que todos os dias tem aqui por casa. O aipim frito é só nos domingos. O tal do colesterol proibi os outros dias.


Muita pimenta para acelerar o metabolismo.





Até a próxima se Deus quiser...

 Anajá Schmitz

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Garimpos

Ciao Ragazzi! Tenho uma paixão por tudo que é rústico e velho. Tenho sonhado constantemente com casa velhas e no sonho, tento desesperadamente decorar e deixar-las bonita. Noite passada sonhei com uma castelo lindo com móveis antigos e de muito bom gosto. Não acreditava que aquela era minha casa. Uma pena que acordei. Devia estar viajando em outra vida.
Achei essa parte de baixo no lixo e pedi ao Alfredo para fazer uma bandeja para transformar em um mini bar.  O amarelo é uma das cores mais difícil, tem que dar um fundo branco para ela cobrir qualquer base. 
Essa é uma maquina original só não sei o ano de fabricação, outro dia estava garimpando num brique, vi e  me apaixonei. Quero dar uma polida na pintura. Acredita que ainda funciona. Uma relíquia.



Até a próxima se Deus quiser...

 Anajá Schmitz

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Mais uma obra do galpão

Meu pai sempre dizia quando via alguém construindo. Esse quebrou! Pois obra é uma fonte inesgotável de dinheiro. O dinheiro nunca chega e a obra nunca termina. Esse galpão é uma novela, nem posso falar e fazer nada, Alfredo esgotou. Estamos na fase mais cara. O banheiro ficou muito bonito, mais bonito do que os da casa. Esse piso que imita a tábua é maravilhoso, não aparece sujeira e nem cabelo. Inexperiente! No outro banheiro coloquei piso branco. Que tortura aparece tudo que é pó. Ainda tem muito a fazer. 


Esse balcão é obra do Alfredo. Um amigo nosso desmanchou a mangueira do gado e ele pegou as madeiras  e construiu esse lindo balcão. Ele fez até as dobradiças de madeira. Passei na madeira para dar cor, cera misturada com betume. 


Até a próxima se Deus quiser...

 Anajá Schmitz

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Confeccionando uma caderno de receita


Olá queridos amigos! Desejo-lhe um dia precioso e iluminado. Desde que comecei a prática de colar tecido e ter um bom resultado, me viciei. Alfredo ganhou uma agenda e já imaginei um belo caderno de receita. Fiz um passo a passo para as novas na arte como eu. Esqueci de fotografar a colagem dos tecido, num futuro próximo mostrarei mais.


 












Segundo o Guri de Uruguaiana reaproveitar coisas usada é coisa de pobre. Compartilho um videio muito legal. Quem nunca reaproveitou alguma coisa. Ainda mais hoje em dia que temos que cuidar de nosso tão judiado planeta.



Até a próxima se Deus quiser...

 Anajá Schmitz

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Cesto


Esse cesto foi achado no lixo. Minha sogra pegou e  me trouxe para recuperar. Ela achou muito bonito.  Um dia me bateu a Maria louca e coloquei no lixo. O lixeiro não levou, minha filha viu e foi lá e pegou. Ai não tive alternativa, tive que pintar e forrar. Já esta na casa de minha filha. 







Até a próxima se Deus quiser...

 Anajá Schmitz

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Trilhos de crochê


Aprendi a fazer crochê na escola, no quarto ano. Tivemos uma grande mestra, Professora Maria. Elas sempre inovava em suas aulas. Como tínhamos muita energia, a tarde ela pediu pra sua nora ensinar as meninas a fazer crochê. Todas nós aprendemos mas da turma de cinco meninas somente eu segui fazendo. É um vício pra mim e o melhor e ver a casa enfeitada com meus trabalhos. 















Até a próxima se Deus quiser...

 Anajá Schmitz