segunda-feira, 14 de abril de 2014

Tempo das goiabas


Olá! Espero que tenham tido um maravilhoso final de semana. O frio veio de supetão. Encarangando e endurecendo as juntas. Com esse tempo frio o bom e ficar em volta do fogão a lenha.  E como estamos no tempo das goiabas. Aproveitamos para fazer chimia de goiaba. Essa receita aprendi a fazer com nossa querida vizinha Heloisa.

Chimia de goiaba

1 balde de goiaba
1 kg de açúcar

Modo de preparar

Pegue as goiabas e retire a polca lave e bata no liquidificador com um pouco de água.  Coloque o preparado numa panela e o açúcar e leve ao fogo baixo. Até dar o ponto.

  • Gosto de fazer esse doce em várias etapas. No primeiro dia deixo ferver uma hora. No outro dia coloco mais um tempo no fogo  e só termino no terceiro dia. Assim o doce fica mais rico e saboroso.









Outra delicia para se fazer com a chimia da goiaba é esse bolo, que aprendi, na escola que trabalhava, com as queridas merendeiras.

Receita Bolo
02 ovos;
01 xícara de açúcar;
1/2 de leite;
1/4 de azeite;
02 xícara de farinha de trigo;
01 colher sopa de fermento químico;

Bate os ovos inteiros e o açúcar, depois vai adicionando os outros ingredientes, por último o fermento. Coloque em uma forma untada e asse.
Depois de assado e ainda quente coloque uma farta camada de chimia de goiaba.





Até a próxima se Deus quiser...
 Anajá Schmitz


quarta-feira, 9 de abril de 2014

Passeando por Canela

Olá! A serra gaúcha é um lugar mágico, perfeito para o romance e também para as compras. Para mim é o lugar aonde busco inspiração para a construção de nosso galpão (Que em breve mostrarei). Canela é uma cidade linda. Parece que voltamos ao tempo. Não há assaltos ou furtos. É uma calmaria. Andar nas ruas sem ser importunado por nada e por ninguém. Todos muito cordiais. Coladinha à cidade de Gramado. Não se sabe onde começa uma e termina a outra. Parece a mesma cidade, mas tem uma enorme diferença. Enquanto uma(Canela) é muito pacata e pitoresca a outra(Gramado) é somente badalação e consumismo. Antigamente as duas eram muito parecidas. Atualmente Gramado virou uma cidade feita para se gastar muito. A começar pelos pedágios nas estradas. Só falta cobrar pedágios para se andar nas ruas. Outra coisa que senti falta foi dos móveis, as duas cidades eram conhecidas pelos maravilhosos móveis de Gramado/Canela. Incrivelmente, hoje o que mais encontramos lá são móveis chineses. Saudade dos velhos tempos em que se ia para lá comprar móveis característicos do local e com preço muito atrativo.

 Minha outra alegria foi passear com minha filha, quanto tempo não saiamos juntas para admirar as lindas lojas. Uma grande companheira.

  As construções de Canelas são lindas. 






Gramado também investe na beleza rústica.













O ponto mais revoltante desta viagem sem dúvida foi pagar os pedágios. Essa estrada( RS 474) foi construída pelo governo Estadual com dinheiro do contribuinte e logo após a conclusão, concedida para exploração pela iniciativa privada que nada promoveu de melhoria após a concessão. Levando em consideração que fazem vários anos que exploram o pedágio. O Brasileiro é um povo imaturo mesmo. Os moradores do local não poderiam ter aceitado esse pedágio, pois passaram décadas sofrendo nesta mesma estrada sem asfalto, e quando conseguem a pavimentação dela, uma empresa privada se aproveita do asfalto novinho para somente faturar sem retornar benefício algum para a população. Até quando vamos concordar com essa descarada roubalheira que acontece por aqui. Alguns integrantes do governo que são corruptos ludibriam e se beneficiam do povo brasileiro. Infelizmente  maus governantes fazem uso do dinheiro público em seu próprio beneficio. É difícil até se vingar nas próximas eleições pela falta opções. “São sempre os mesmos”.

Como diz nosso humorista Mixaria, dá um orgulho andar numa estrada assim. Temos que colocar roupa de domingo para andar numa estrada tão cara.

Até a próxima se Deus quiser...
 Anajá Schmitz

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Bom dia


Quero agradecer o carinho e os preciosos comentários. Estava falando outro dia de quanto a vida no campo é atribulada. Aqui não se fica parado um segundo. É muita coisa para fazer. Sempre tem uma janela para pintar, a grama para cortar e as folhas que não se cansam de cair. Quando se termina de um lado o outro já requer atenção. Mas esse trabalho nos mantém em forma e nossa casa a cada dia ganha forma nova. Falta tempo para fazer a minha nova paixão, a costura. E falando em costura, hoje passeando pelo Pinterest, encontrei maravilhosas capas de cadeiras.  Um costume que não se tem por aqui. Essas capas nas cadeiras dão um charme belíssimo na decoração. Uma pena pois aqui em nossa região não há quem faça. Se houvesse uma empresa especializada ganharia muito dinheiro.
Obrigada pelo carinho, daqui a pouco estarei visitando meus queridos amigos. Tenha um ótimo início de semana.




 



 



 





 


 



 



Até a próxima se Deus quiser...
 Anajá Schmitz


quinta-feira, 3 de abril de 2014

HISTÓRIA DO POVO CIGANO


Olá!  Hoje venho compartilhar uma paixão. O povo cigano. Sempre me identifiquei muito com eles, com seu jeito de vestir, morar e falar. Comprei um livro sobre um romance cigano. Em que narrava histórias maravilhosa sobre a cultura cigana, uma que mais me chamou atenção foi :

  •  todos os povos tem escritas falando de como surgiu se povo, mas os ciganos como não tinham dinheiro escreviam no repolho, até que um dia veio um burro e comeu o repolho, por isso que não há nada escrito sobre sua origem.

                                                
ORIGEM

        Há muita controvérsia a respeito da verdadeira origem do povo cigano. Segundo uns seriam eles originários da Índia, outros atribuem sua origem ao Egito; ainda há aqueles que afirmam serem eles descendentes de Caim.
        Na verdade torna-se bastante difícil estabelecer com certeza sua origem, pois trata-se de um povo que além de não possuir linguagem escrita, o que permitiria que ficasse gravada de alguma forma sua verdadeira história, mas também pela maneira como foram perseguidos através dos tempos , é fácil compreendermos que eles tenham procurado envolver-se em um clima de mistério, até  por uma simples  questão de sobrevivência. Levando-se em consideração também que suas atividades muitas vezes os levavam a trabalhar com magia, nada mais atrativo para despertar  a imaginação do povo do que esta aura de mistério que os envolvia e ainda envolve até os dias de hoje.
TRIBOS (CLÃS)

        Na verdade, de concreto, sabemos que os Ciganos (ROM, o homem cigano; ROMLI, a mulher cigana) agrupam-se em 7 (sete) grupos ou famílias:

·        KALDERASH
·        MOLDOWAIA
·         SIBIAIA
·        RORARANÊ
·        HITALIHIÁ
·        MATHIWIA
·        KALÊ


HÁBITOS

A cultura Cigana nos oferece belos exemplos, que infelizmente a nossa cultura dos não ciganos (GAJE , homem não cigano; GAJI, mulher não cigana) parece ter esquecido nos atropelos da vida moderna. Dentre eles destaca-se o respeito e amor aos mais velhos, o amor e cuidados com as suas crianças, o sentimento de família. Para eles o velho representa a fonte de sabedoria e experiência que deve ser ouvida e acatada. A criança representa a possibilidade de continuidade, a certeza da preservação de sua cultura. Certamente não encontraremos um velho cigano em um asilo, nem tão pouco uma criança cigana em um orfanato, sequer abandonada pelas ruas. Uma cigana nunca pratica voluntariamente o aborto. O casamento para o Cigano representa a garantia da preservação. Um casamento entre o povo cigano é sempre muito comemorado, pois representa uma oportunidade de reunião e de alegria; não devemos esquecer que o cigano é acima de tudo um povo alegre, que gosta de dançar, de festejar. Geralmente). atribuímos ao povo cigano o Dom de ler a sorte através das cartas (cartomancia) ou da leitura das mãos (quiromancia),  mas eles são um povo com uma habilidade privilegiada para a música. Muitos músicos famosos eram ciganos.

Hal's Vardo exterior

Aqui no Brasil tivemos muitos ciganos que para cá vieram  no início da colonização e além de alegrarem a corte aqui instalada com sua música, também muito contribuíram para a nossa expansão territorial, participando das entradas e bandeiras que desbravaram nosso território. Não fossem eles nômades e andarilhos. Dizem que um de nossos presidentes, aliás aquele que nos tempos modernos mais se envolveu com o abrir estradas e conquistar  o nosso próprio espaço era de origem cigana.
Gypsy

     Antigamente os ciganos viviam sempre em barracas e viajavam em caravanas; atualmente muitos deles tornaram-se sedentários, talvez até pelas contingências da vida moderna, mas mesmos estes procuram de vez enquanto acampar, para de alguma forma preservar uma tradição.

Fonte de pesquisa:
http://kristina.no.comunidades.net/index.php?pagina=1804605949
http://gitanaamaya.blogspot.com.br/p/bandeira-do-povo-rom-gelem-gelem-hino.html
http://calinrayanaacartomante.arteblog.com.br/209469/HISTORIA-DO-POVO-CIGANO/



Até a próxima se Deus quiser...

 Anajá Schmitz

terça-feira, 1 de abril de 2014

Reforma


Olá! Hoje venho compartilhar minhas aventuras na pintura. Como em fevereiro ia receber a visita de uma pessoa muito especial "Adriana", quis caprichar e esperá-la com a casa cheirando a nova. Adorei a cor, esse marrom deu profundida e parece que deixou maior a peça.

























Até a próxima se Deus quiser...
 Anajá Schmitz