quinta-feira, 25 de maio de 2017

cortando o mato

Quando o inverno se aproxima, nós sempre damos uma podada nas árvores. Quando viemos morar aqui, plantamos tudo amontoado. As árvores cresceram e agora é hora de tirar umas para fazer lenha para nos aquecer nos dias frios. 














Até a próxima se Deus quiser...


 Anajá Schmitz

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Catando cacos

Tenho que fazer uma limpeza e organizar nosso galpão. Consegui uns móveis e agora tenho que arrumar lugar para eles. Uns quero pintar, outros somente ajeitar num espaço. A coisa ta feia para meu lado aqui em casa. Não posso mais trazer uma agulha para cá. Se não quem vai ter que sair vai ser eu. hahha Que agonia, olhar e não poder trazer.











Até a próxima se Deus quiser...


 Anajá Schmitz

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Reaproveitando


Ganhei de minha nora uma sacola cheia potes de vidro. Esses potes rolaram pelo galpão. Até que tive uma ideia. Pedi para uma prima de Alfredo para me ensinar a fazer essa flor e assim se formou um agulheiro e porta treco.   





Até a próxima se Deus quiser...


 Anajá Schmitz


terça-feira, 2 de maio de 2017

Pathwork, acolchoado


Outro dia, fui fazer uma faxina, encontrei uma quantidade enorme de tecidos novos guardados em uma caixa. Tinha me esquecido deles. Falei de minha sogra que só guardava e não fazia nada. Estou igual! hahah Resolvi fazer uma nova capa para nosso acolchoado de lã de carneiro. Foi feito de qualquer jeito. Umas coisas ficaram de cabeça para baixo.










Até a próxima se Deus quiser...


 Anajá Schmitz


segunda-feira, 24 de abril de 2017

A era da Solidão

Ontem assistimos um programa sobre solidão, não é a minha cidade Solidão, pois lá reina alegria e grandes amizades. Era sobre estar só. Os velhos morando sozinho. Sem família e sem amigos. E com isso  lembrei minha mãe. Algumas tardes do mês,  ela fazia a ronda pela vizinhança. Visitava uma amiga ou um parente e junto sempre levava algum presentinho. Naquele tempo os presentes era uma cozinhada de feijão, uma  linguiça feita na ultima matança do porco ou alguma coisa que nós produzíamos em casa. Lá ficavam, tomando chimarrão e colocando o papo em dia. Em toda casa tinha coisas gostosas para receber as visitas. Para nós crianças, era uma festa, poder comer doces e brincar a vontade. Eu não visito ninguém. É uma vergonha, nunca tenho tempo. Com isso agente não cria laços afetivos para uma velhice com muitos amigos. Outro dia, uma vizinha reclamou com Alfredo que eu nunca tinha ido na casa deles, nestes 20 anos que moramos aqui. Me enchi de coragem e lá fui. Tenho vergonha de chegar assim na casa dos outros. Foi tão legal! Conheci a casa deles e voltei cheia de mudas de chá e flores. Na outra semana a vizinha foi lá em casa pagar a visita e assim começa meu projeto. 












Até a próxima se Deus quiser...


 Anajá Schmitz

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Arandela


Olhem o que Alfredo inventou das sobras de madeiras quando construímos nosso galpão. Esse guri arquiteta cada coisa linda. Me apaixonei! Ele é o rapaz da iluminação. Como gosta de luz. Aqui cada cantinho um invenção diferente para iluminar nossa casa.







Até a próxima se Deus quiser...


 Anajá Schmitz